A convenção de Sintra e os termos do seu acordo, pela forma como permitira o regresso das forças napoleónicas a casa sem cosequências, após a derrocada da invasão a Portugal, trouxeram repercursões aos ingleses envolvidos nesse acordo, que estipulava por exemplo que a Marinha Real Britânica transportaria o exército francês para fora de Lisboa, com todos os seus despojos.
Dalrymple e Wellesley foram chamados à Grã-Bretanha para enfrentar um Tribunal de Inquérito. Wellesley que tinha concordado em assinar o armistício preliminar, mas não tinha assinado essa convenção e foi ilibado.
Entretanto, as forças britânicas que tinham ficado em Portugal não eram adequadas para enfrentar os franceses, não só pelo seu fraco efectivo mas também pelo carácter do seu comandante, Sir John Cradock.
Foram então enviados reforços e um novo comandante: o tenente-general Sir Arthur Wellesley, /o duque de Welligton) o vencedor da Batalha do Vimeiro.
Wellesley chegou a Lisboa a 21 de Abril de 1809. O seu plano consistia em avançar com o grosso das suas forças em direcção ao Porto, tão rapidamente quanto possível, por forma a atingir aquela cidade antes que Soult conseguisse concentrar o seu exército.
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