- Com os sinais de loucura que a rainha D-María apresentava, a situação da Casa Real agravou-se, acabando por impor a sua substituição, oficializada a 10 de Fevereiro de 1792, com a publicação da declaração por parte do Príncipe D.João, que resolvera assumir a regência em nome da rainha, por tempo indeterminado.
- A formalização da mudança fez-se mantendo os quatro ministro do despacho, marquês de Ponte de Lima, Martinho Melo e Castro, Seabra da Silva e Luís Pinto de Sousa Coutinho, únicos membros do conselho de Estado Foram endereçadas aos médicos 4 perguntas, por certo para avaliar a extensão da doença se havia esperança de melhoria se haveria demora no reestabelecimento se havia possibilidade de alguma aplicação da rainha nos negócios do governo se seria prudente utilizá-la nos referidos negócios sem agravar o seu estado
- Aos quesitos, os peritos só responderam afirmativamente à segunda questão o que terá levado o referido conselho de Estado a colocar D.João perante a inevitabilidade de assumir o despacho. Houve alguma relutância de D.João em aceitar essa decisão por uma questão de princípios ou de comodidade já que não estava habituado a preocupações preferindo entregar-se à caça e ao "percurso" dos conventos Mas o sentido do dever a situação muito difícil que o pais vivia convenceram-no a aceitar a decisão.
Apontamentos de estudo do reinado de D.João VI, divididos em três partes .governo em nome da rainha (1792-1799) .a regência de !799 a 1816 .e o reinado entre 1816 e 1826- Alguns momentos da história da música
sábado, 2 de maio de 2020
A declaração de regência
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