A confirmação do Duque de Lafões, além de significar a manutenção das ideias antiquadas no plano militar afastando a possibilidade de alguma modernização, também não agradou a muita gente na corte incluindo a princesa Carlota Joaquina, que também não deixava de alertar o príncipe regente para a possibilidade de que seu pai o rei de Espanha não conseguisse resistir, por influência de Godoy, à pressão francesa para invadir Portugal.
Tudo indicava uma situação de agressão militar contra Portugal pois logo em Janeiro de 1801, foi a Godoy entregue o comando de todas as tropas espanholas o que levou a que nesse mesmo mês de Janeiro, o governo de Lisboa tenha solicitado ao governo inglês, ajuda perante a invasão eminente.
Entretanto a 27 de Fevereiro Carlos IV envia a Portugal, um Manifesto no qual, declarava a guerra a Portugal, mostrando claramente que se tal não acontecera antes foi porque a barreira da mediação espanhola o tinha conseguido e que agora se encontrava a coroa espanhola, também ela,vitima de um ultimato francês.
A diplomacia portuguesa tentava por um lado negociar com a Espanha e com a França, o negociador português o Morgado de Mateus não conseguia demover quer Godoy, quer o embaixador francês em Madrid Luciano Bonaparte
Por outro lado também da Inglaterra não surgiam sinais de apoio militar, o que colocava Portugal em grande dificuldade,muito embora tenha sido enviado um subsidio de Inglaterra de 300.000 libras o balanço era negro o que se fazia nessa altura.
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