Como já disse, a governação, após a retirada da corte para o Brasil, ficara entregue a um Conselho de Regência, composto por nove elementos e presidido pelo marquês de Abrantes.
Estes elementos seriam representativos da nobreza, clero e magistratura nacionais e cooperariam em tudo com os franceses, segundo indicções de D.João, chegando a publicar a Lei Fundamental do Governo do Reino, base jurídica do apoio ao invasor.
Para Junot, esse conselho não tinha validade, pelo que acabou por mandar dissolvê-lo a 1 de Fevereiro de 1808.
Proclamando a destituição da Casa Real de Bragança, tendo nomeado três secretários de Estado franceses e chamou para conselheiros dos ministérios figuras públicas nacionais.
A partir daí todos os textos legais e proclamações seriam assinados em nome de Napoleão. As armas do reino de Portugal e as insígnias da Casa de Bragança seriam banidas ou ocultadas.
No castelo de S. Jorge, Junot mandou hastear a bandeira francesa, instalou-se no palácio do barão de Quintela e recebeu de Napoleão o título de Duque de Abrantes.
Estes elementos seriam representativos da nobreza, clero e magistratura nacionais e cooperariam em tudo com os franceses, segundo indicções de D.João, chegando a publicar a Lei Fundamental do Governo do Reino, base jurídica do apoio ao invasor.
Para Junot, esse conselho não tinha validade, pelo que acabou por mandar dissolvê-lo a 1 de Fevereiro de 1808.
Proclamando a destituição da Casa Real de Bragança, tendo nomeado três secretários de Estado franceses e chamou para conselheiros dos ministérios figuras públicas nacionais.
A partir daí todos os textos legais e proclamações seriam assinados em nome de Napoleão. As armas do reino de Portugal e as insígnias da Casa de Bragança seriam banidas ou ocultadas.
No castelo de S. Jorge, Junot mandou hastear a bandeira francesa, instalou-se no palácio do barão de Quintela e recebeu de Napoleão o título de Duque de Abrantes.
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