Mesmo com as medidas impostas por Junot, não se evitaram os motins na cidade, destacando-se em 13 e 14 de Dezembro, depois de ter sido içada no Castelo de S.Jorge uma bandeira francesa, sem a presença, no mínimo , da bandeira portuguesa a seu lado.
Muita da contestação, tinha motivação económica, normalmente relacionada com a paralisação da economia .Em qualquer dos casos a repressão era enorme, não sendo difícil que essa contestação acabasse em fuzilamentos.
Muita da contestação, tinha motivação económica, normalmente relacionada com a paralisação da economia .Em qualquer dos casos a repressão era enorme, não sendo difícil que essa contestação acabasse em fuzilamentos.
A cidade do Porto foi confiada, pelos franceses, a tropas espanholas, de Carlos IV, aliado de Napoleão, comandadas pelo general D. Francisco Taranco e Llano, capitão – general da Galiza
No próprio dia da chegada o militar espanhol ao Porto no dia 13 de Dezembro chamou as autoridades portuenses ao seu quartel general, que montara no edifício da Feitoria Inglesa, junto à Ribeira, e disse-lhes mais ou menos isto: “ … somos vizinhos. Não tenho nada contra os portugueses. Peço – vos que instruam a vossa gente no sentido de se manterem quietos e tranquilos. Que faça cada um a sua vida. Não hostilizem os meus soldados e ninguém fará mal aos portugueses…” Disse e cumpriu.
Cumpriu mas durante pouco tempo visto que viria a morrer em Janeiro do ano seguinte
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